O filme “Samba”,
dos cineastas franceses Olivier Nakache e Eric Toledano, os mesmos dos
“Intocáveis”, pelo nome parece se tratar de uma história leve e cheia de humor,
mas não é bem assim.
Pra começar
o nome “Samba” não se refere à conhecida dança brasileira e, sim, ao nome do
personagem principal Samba Cissé (Omar Sy), um imigrante senegalês que mora na
França há uma década, onde trabalha como lavador de pratos em um restaurante
até que é preso ao tentar conseguir um visto de permanência no país.
Enquanto
aguarda julgamento, Samba Cissé recebe a ajuda de duas voluntárias de uma ONG. Uma
delas é Alice (Charlotte Gainsbourg), que fica encantada por Samba e, quando
ele recebe a sentença de abandonar o país, ela resolve ajudá-lo.
O filme é divertido
e até certo ponto romântico, mas eu acredito que poderia ter aproveitado um
pouco melhor a oportunidade para dar voz às pessoas que deram adeus aos seus países, por causa de uma guerra civil
ou na busca de uma nova vida.