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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Um potinho de felicidade


A estudante de arte, Nathália Alkmin, de São José dos Campos, está encantando crianças e adultos com as suas miniaturas.
Eu a conheci na feirinha, que acontece todos os domingos, no Parque Vicentina Aranha. Fomos apresentadas por uma amiga em comum, a artesã Flavia Flores.
Aconteceu ao acaso, mas na hora certa.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Caiçara, seu Nicinho conta sua história através da arte


No bairro de Barequeçaba, caminho para as praias da costa sul de São Sebastião, vale a pena dar uma paradinha e conhecer a loja/ ateliê do seu Nelson dos Santos, mais conhecido como seu Nicinho.
Caiçara nato, nascido em 1945, no final da 2ª Guerra Mundial, ele sempre morou neste bairro, onde os seus pais viviam da peça e da roça.
Seu Nicinho é aposentado da Prefeitura. Ele tem muitas memórias da época em que trabalhava como braçal e ajudou a abrir as ruas do bairro, hoje repleto de casas bonitas de alto padrão.

domingo, 11 de junho de 2017

Helene: A ceramista do cabelo cor de fogo


O ateliê da ceramista Helene Sidonie Perutz está localizado em uma rua discreta, no bairro de Boiçucanga, na costa sul.
Eu ainda não a conhecia, essa foi a primeira vez que nós nos encontramos.
Quem me levou até lá foi minha amiga e sócia na Loja Encantes, Re Giudice.
O ateliê fica na casa da artista. É um lugar muito calmo e acolhedor, guardado por três cachorros brincalhões.

domingo, 30 de abril de 2017

A bailarina que espalha flores pelo caminho


A primeira vez que eu vi um trabalho da bailarina e artesã Flavia Flores foi em uma feira de artesanatos no Parque Vicentina Aranha, em São José dos Campos.
Ela estava vendendo marcadores de livros feitos com flores naturais e comprei alguns para presentear os amigos.
Eles eram tão bonitos e delicados que não resisti. Foi amor à primeira vista.
Enquanto eu escolhia os marcadores, nós duas começamos a conversar sobre a vida, o trabalho...

quinta-feira, 23 de março de 2017

O ateliê de Bel Galvanese - A artista do sorriso que iluminou um dia de chuva



Eu estava devendo esse post desde o dia em que conheci o trabalho da artista plástica, Bel Galvanese, e isso faz bastante tempo, antes de eu pensar em ter um blog.
Já admirava o trabalho dela à distância, como o painel de cerâmica em relevo que foi instalado na principal praça da cidade.
Mas, nós vivíamos em mundos diferentes. Eu presa a redação de um jornal diário e ela no ateliê experimentando novas técnicas e formas de nos encantar com a sua arte.
Da janela do meu carro eu sempre a via indo ou voltando do centro da cidade de bicicleta, por opção, esse é o principal meio de transporte da sua família e eu pensava:

- Queria tanto ser amiga dela!

domingo, 12 de março de 2017

Entrevista: Fábio Galvanese transforma matérias- primas abandonadas em móveis de design super atual



Há pouco tempo, Fábio Melchert Galvanese, deixou a vida agitada na capital paulista, onde trabalhava como engenheiro de produção em uma multinacional, e retornou a São Sebastião, no litoral norte, onde abriu a empresa Espiga Litoral, especializada em móveis feitos à mão, com matérias- primas reutilizadas.
Desde o primeiro projeto, uma cama de casal que criou para seu próprio uso até a cadeira tripolina, que hoje é vendida em uma das lojas mais bacanas de São Paulo, localizada na famosa Rua Gabriel Monteiro da Silva, nos bairro dos Jardins e também na loja deste Blog,  #Loja Encantes, muita coisa aconteceu na vida dele.   
Eu conheci o trabalho do Fábio através da mãe dele, a artista plástica Isabel Galvanese.   
Me apaixonei pela cadeira tripolina à primeira vista. É super funcional e moderna, apesar do modelo ter sido criado em 1877.  
Eu já tinha visto o Fábio em alguns eventos, mas conversei com ele pela primeira vez em um encontro de artesãos, que aconteceu no Tempo, um espaço de co- working. 
A conversa foi rápida, mas suficiente para perceber quanto o Fábio está entusiasmado com os rumos da sua vida. Leia a entrevista:  

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Papo no Sofá - Uma tarde para conhecer o incrível mundo de Cláudia Canova


Tudo começou a partir do meu encontro com duas borboletas. Eu me encantei por elas e decidi leva-las para casa.Depois eu fui saber que eram obras da Cláudia Canova Passos.
Nós só fomos nos encontrar alguns meses depois na casa do nosso colega em comum, o ceramista Carlo Cury. 
No dia em que a conheci, eu me lembro de duas coisas... 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A poesia revelada nas Biojoias dos índios Krahô



Nesta semana, a LojaEncantes começou a vender as biojoias, confeccionadas pelos índios da etnia Krahô, habitantes do cerrado brasileiro, do nordeste do Tocantins.
A poesia deste trabalho está na habilidade de se comunicar com as coisas e através delas. Coisas não são meros objetos, elas têm vida. Dar forma é vida.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Uma visita a Casa Galeria de Carlo Cury


Uma prosa, um café e um espanto. Foi mais ou menos o que aconteceu quando estivemos na casa do artista plástico, Carlo Cury, para conversarmos sobre a nossa parceria para a Loja Encantes.
Carlo é uma das pessoas mais generosas que eu conheço e muitas decisões que eu e a Renata tomamos sobre a loja tem um conselho dele por trás.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Bichinho: morada de artesãos, da paz e da beleza



Pertinho da cidade de Tiradentes, há cerca de 20 minutos, fica a comunidade de Bichinho, uma pequena vila de artesãos em meio à mata, que pertence ao município de Prados.
Chegar até lá é muito fácil. A estrada é tranquila e bonita, com vistas para as montanhas.
No caminho, eu encontrei muitas lojas de artesanatos, mas o que me deixou encantada foi conhecer alguns artistas artesãos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A arte social de Carlo Cury


Eu tive contato com as obras do artista plástico e arte educador, Carlo Cury, por acaso. Se é que acasos existem.
Foi durante a Exposição “Coisas do Mar", do Grupo Ubuntu, do qual ele faz parte junto com as ceramistas Cláudia Canova Passos e Maria Pinheiro Zandoná, que aconteceu no Departamento de Patrimônio Histórico, em São Sebastião. 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Achados de Moda - Aproveite as férias no Ceará para garimpar peças feitas à mão



O nordeste do Brasil, que inclui o Estado do Ceará, é famoso por seus artesãos, com um destaque especial para as mãos abençoadas das rendeiras.
Mas, se sobra talento, às vezes falta um olhar mais apurado de um profissional de moda ou designer para que as peças façam sucesso com o público mais exigente.
A notícia boa é que esse cenário está mudando e em ritmo acelerado. Além disso, hoje, o trabalho artesanal, “handmade” como é chamado no circuito da moda, nunca foi tão valorizado principalmente por quem busca uma peça exclusiva.  
Enquanto eu estive no Ceará, garimpei algumas peças lindas feitas por artesãos da região, desconhecidos que me inspiraram com os seus talentos a escrever esse texto.