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quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Museu do Bairro São Francisco: Um passeio cheio de encantos
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Caiçara, seu Nicinho conta sua história através da arte
No bairro de Barequeçaba, caminho para as praias da costa sul de São Sebastião, vale a pena dar uma paradinha e conhecer a loja/ ateliê do seu Nelson dos Santos, mais conhecido como seu Nicinho.
Caiçara nato, nascido em 1945, no final da 2ª Guerra Mundial, ele sempre morou neste bairro, onde os seus pais viviam da peça e da roça.
Seu Nicinho é aposentado da Prefeitura. Ele tem muitas memórias da época em que trabalhava como braçal e ajudou a abrir as ruas do bairro, hoje repleto de casas bonitas de alto padrão.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Arte a dois - Midian e Venino
Há 20 anos, com
os três filhos criados, o casal Venino e Midian Moreira descobriu uma nova
forma de estreitar ainda mais a parceria e começou a fazer artesanatos, com
materiais reciclados.
A primeira
peça que eles fizeram foi uma traineira, um barquinho de pesca para enfeitar um
quadro com o qual o casal presenteou a mãe de Seu Venino.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
A história das paneleiras do bairro São Francisco
O pitoresco bairro de São Francisco é guardião de histórias antigas da cidade, algumas quase esquecidas pelo tempo. Pouca gente sabe, por exemplo, que entre o século 17 e a primeira metade do século 18, o bairro foi um núcleo muito ativo de produção de panelas de barro.
Enquanto os maridos iam para o mar para garantir o sustento da família, as esposas se encarregaram de fazer os utensílios para cozinhar o alimento.As mulheres se reuniam na Rua do Forno e eram conhecidas na época por “paneleiras”. No ano de 1901, chegou a existir 100 paneleiras no bairro.
sexta-feira, 17 de março de 2017
Aceita um café com emoção?
Em uma tarde de verão, eu e a Re Giudice fomos até a casa da arte educadora, Cida Ivanov, para tomarmos um cafezinho e colocarmos a prosa em dia.
Eu conheço a Cida há muitos anos e já fiz diversas matérias com ela sobre o seu trabalho, por isso, fiquei responsável por agendar esse encontro.
Na maior cara de pau, perguntei se dessa vez não poderíamos conversar na casa dela. A minha idéia era aproveitar esse tempo que estaríamos juntas para descobrir mais sobre o seu jeito de ser e de viver.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Mãos sujas de barro moldam vidas
No bairro São Francisco, antiga vila de pescadores de São Sebastião, está o ateliê de cerâmica da arte educadora, Maria Aparecida Ivanov, a quem eu chamo carinhosamente por Cida. Outro dia eu saí para caminhar quando começou a chover, eu pensei:
- Se o ateliê estiver aberto, eu vou entrar para ver as novidades.
Dito e feito. Lá dentro encontrei a Cida trabalhando com o barro junto ao seu grupo de alunos. Nós aproveitamos para colocar a conversa em dia e eu fiz algumas fotos para registrar o momento. Eu até me esqueci que lá fora o dia estava cinza e molhado de chuva.
Isso é o que acontece quando estamos perto de gente que é sol.
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