Por Isabel Galavanese
De uns anos para cá, toda vez que vamos tirar férias gostamos de viajar de bicicleta. Numa viagem de bicicleta, o mais importante não são as atrações turísticas, como museus, parques naturais ou restaurantes -pode até acontecer- mas o que é mais interessante é ver as coisas comuns e o jeito que as pessoas vivem naquele lugar.
Na bicicleta, por causa da sua velocidade e também porque não há vidros ou portas que te separam de onde você está passando, tudo tem um impacto diferente. Você sente o sol, a chuva, o vento, o cheiro das plantas, cumprimenta as pessoas, enfim, as coisas simples do dia a dia.
Na semana passada, tiramos 4 dias para ir para o interior de Santa Catarina num conjunto de cidades organizadas com o nome de Acolhida da Colônia.
De uns anos para cá, toda vez que vamos tirar férias gostamos de viajar de bicicleta. Numa viagem de bicicleta, o mais importante não são as atrações turísticas, como museus, parques naturais ou restaurantes -pode até acontecer- mas o que é mais interessante é ver as coisas comuns e o jeito que as pessoas vivem naquele lugar.
Na bicicleta, por causa da sua velocidade e também porque não há vidros ou portas que te separam de onde você está passando, tudo tem um impacto diferente. Você sente o sol, a chuva, o vento, o cheiro das plantas, cumprimenta as pessoas, enfim, as coisas simples do dia a dia.
Na semana passada, tiramos 4 dias para ir para o interior de Santa Catarina num conjunto de cidades organizadas com o nome de Acolhida da Colônia.
Na verdade é um projeto que existe na França desde 1987, Accueil Paysan. São pequenos sítios de agricultores, aproximadamente 180 famílias, espalhados por trinta pequenos municípios que se unem para receber visitantes em suas casas. É o Agroturismo.
