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domingo, 16 de setembro de 2018

Quando o último filho sai de casa


É uma sensação que ainda estou vivenciando, por isso, confusa. Mas, de uma coisa eu sei, não estou passando por isso sozinha.
Cada uma, do seu jeito, mães de todo mundo enfrentam essa realidade.
Abrimos os braços e deixamos que os filhos saiam para suas vidas, mesmo que levem o pedaço que restava dos nossos corações.
Ah! Que exagero. Que seja, e daí, mãe é tudo exagerada. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O que o seu filho pode ser?




Sabemos que educar é uma obrigação dos pais, mas a escola também tem um papel importante neste processo.A mensagem que os educadores passam nas salas de aulas tem forte impacto na criança e servirá como base para formação do seu caráter. 
Não é uma questão de passar responsabilidades dos pais aos professores, mas de saber que a educação quando é compartilhada tem uma chance maior de chegar à mente e ao coração do aluno.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A hora de chegar junto




Você sabe por que o amiguinho do seu filho que visitava a sua casa constantemente de uma hora para outra deixou de fazer isso?
Ou por que um amigo do seu filho, que é assunto constante na sua casa, seja pela sua personalidade excêntrica ou apenas por se sentar ao lado dele na escola, nunca, jamais, frequentou a sua casa ou convidou o seu filho para visitar a dele?
Se isso nunca passou pela sua cabeça, talvez seja hora de mudar de comportamento.

Quero ter razão ou quero ser feliz?




 Por Giobert M. Gonçalves

Quando ouvi essa frase pela primeira vez na minha vida, não esperava que fosse ter uma medida para os meus próprios atos. Foi uma amiga que me perguntou e eu não lembro bem ao certo em que contexto ela disse isso, mas passei a utilizar em diversas circunstâncias da minha vida. Quando algo me incomoda pergunto se eu estou querendo ter razão ou se eu estou querendo ser feliz.
Moro com minha mãe que já está com idade suficiente para apenas ser feliz. Mas como o filho que sou, muitas vezes eu queria impor a ela o que eu achava sobre as coisas (para não dizer de outra maneira – as minhas ridículas verdades), então, quando ela fazia algum comentário eu contestava. Esse era um caso de me perguntar: “Quero ter razão ou quero ser feliz?”.